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Cidade de Fortaleza: um novo olhar

Ano I – no 03 – Fortaleza – Julho - 2012

 

Dia 17 de junho de 2012, as turmas dos programas FAZENDO ACONTECER e INTEGRA! foram reunidas para dialogarem com o arquiteto e urbanista Fausto Nilo sobre a cidade de Fortaleza. Pela primeira vez na história, somos urbanos. Mais da metade da população do mundo vive hoje no meio-ambiente urbano. Esse fenômeno traz desafios e oportunidades.

 

Cidade de Fortaleza: um novo olhar


O fim do nomadismo com a fixação do homem em um território proporcionada pelo domínio das técnicas de irrigação e da criação de animais em cativeiro, deu início a esta forma de estabelecimento humano denominado de cidade, que até o início do século XX, podia ser considerada sustentável considerando-se a capacidade de suporte do ambiente em assimilar os resíduos gerados pelas atividades humanas. Mas a intensificação da industrialização, o aumento da população mundial, migração e a incontrolável tendência à urbanização que teve o automóvel como vetor de um fenômeno conhecido como sprawl ou dispersão urbana tornando a cidade dependente do uso do petróleo.

 

O tema dispersão urbana está relacionado de maneira muito próxima aos desafios da mobilidade urbana. O crescimento desordenado e o aparecimento de zonas classificadas por usos especializados – centros de empregos, habitação, lazer, centros de educação, centros de consumo – nos torna refém de meios de locomoção, nesse caso com maior ênfase ao uso do transporte privado, uma vez que esse padrão de urbanização caracteriza-se por uma extensão territorial excessiva e baixa densidade exigindo mais vias, mais veículos, mais investimentos que nem sempre o poder público consegue dar conta e então, tem-se uma cidade excludente que dificulta a vida do pedestre, marginaliza os portadores de deficiência, dos idosos. Do ponto de vista imobiliário e econômico a dispersão urbana afeta diretamente a justiça social ao contribuir para o espraiamento da cidade proporcionando o declínio do centro urbano, o incremento de viagens, inequidade de acessos, economias sem vínculos comunitários, alteração do valor do tempo, crescente dependência energética, poluição aérea e destruição ambiental.

 

A meta do urbanismo é viagem zero.

 

“As cidades, como os sonhos, são
construídas por desejos e medos.”

Italo Calvino - livro Cidades Invisíveis

“O urbanismo contemporâneo defende as medidas de combate à dispersão urbana, como forma de combater o incremento da dependência e uso do automóvel.”

Fausto Nilo – artigo Construção Intelectual do Futuro da Cidade

 

 

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